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IFSC leva mais conhecimento aos produtores rurais sobre energia solar PDF Imprimir E-mail
Sex, 15 de Junho de 2018 14:00

O desenvolvimento de tecnologias mais acessíveis, especialmente em relação ao custo, tem feito com que os agricultores da região Oeste catarinense apostem cada vez mais no uso de energias renováveis, especialmente na energia solar. O interesse tem aumentado tanto que foi criado um evento para discutir o tema, o Seminário Regional de Energias Renováveis para a Agricultura. A primeira edição foi realizada no município de Planalto Alegre, no início do mês de junho.


O Seminário foi realizado pela Epagri com apoio da prefeitura de Planalto Alegre e contou com palestras variadas sobre o tema. Entre elas a do professor de Física do Câmpus Chapecó do IFSC, Alencar Migliavacca, que pesquisa sobre a energia solar junto ao grupo de pesquisa em Energias Renováveis do IFSC. "A matriz energética brasileira deve se voltar para fontes renováveis de conversão energética e, dentre elas, destaca-se a fonte solar. A proposta da palestra foi levar um pouco desta ideia e também das tecnologias atuais aos pequenos agricultores, como forma de tecnificação do campo, além do incentivo às futuras gerações com a redução do êxodo rural", destaca o professor.


A ideia do evento também surgiu porque desde dezembro de 2017 até este mês, foram encaminhados 23 projetos para produção de energia fotovoltaica nas propriedades rurais dos nove municípios de abrangência da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) Chapecó. Segundo a Epagri, estes projetos foram encaminhados por meio do Programa Menos Juros, do Governo do Estado, que subsidia os juros nos financiamentos contraídos pelos produtores rurais que se enquadram no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).


Como estes números mostram que os agricultores estão interessados em implantar em suas propriedades esta forma de captação de energia, o professor do IFSC iniciou a palestra falando de maneira geral sobre as fontes de renováveis de energia, e em seguida abordou temas mais específicos como a conversão solar fotovoltaica e térmica, e ainda exemplos de resoluções brasileiras que tem contribuído para o acesso a essas tecnologias.


O professor também apresentou resultados que ele, em parceria com outros professores do IFSC, tem conseguido obter para propriedades da região com a utilização da energia solar. São exemplos dos benefícios, como redução do custo da energia elétrica, para quem trabalha com atividade leiteira, avícola, entre outras. "Podemos dividir os principais benefícios deste tipo de energia em três grupos: benefícios econômicos, ambientais e sociais", explica Alencar.


Alencar explica que nos benefícios econômicos estão questões como a redução de custos e avanços nas políticas públicas e financiamentos, inclusive com subsídios através de programas de governo. Nos benefícios ambientais pode-se citar o uso de energias menos poluentes, a redução de perdas com geração, transmissão e distribuição através da microgeração distribuída, e a substituição de máquinas térmicas por elétricas. E nos benefícios sociais estão a autoestima e valorização do empreendedor rural, a manutenção do jovem no campo, e a maior qualidade de vida aos produtores.



Conheça mais sobre um dos projetos desenvolvidos no IFSC nesta área.

 

 


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Rafaela Menin | Jornalista IFSC, com informações da Epagri

 

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